Rota Lunar prepara novo álbum para início deste ano

Banda caxiense, que teve origem no grupo Musical Vertente, lança CD que revisita trabalho realizado entre 1978 e 1993

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A caxiense Rota Lunar está finalizando seu novo trabalho, com lançamento programado para o início deste ano. Intitulado Vertente, O Que Fica Na Memória, o álbum é formado por 14 canções que marcaram a trajetória da banda, nascida em 1978 como Musical Vertente. O material, que tem financiamento do Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul, nunca teve registro fonográfico, e adota uma roupagem fiel às suas origens.

Entre as músicas, convivem gêneros como o nativista, a balada, a toada, o rock, a MPB e o blues, com uma levada essencialmente acústica. Por meio de uma linguagem poética, as letras de Selestino Oliveira transmitem uma visão questionadora sobre os momentos vivenciados na trajetória da banda. São contemplados temas que inquietavam sua geração: crítica social e política, discussão ética, ecologia e preservação da cultura regional, a busca da simplicidade, além de sentimentos e romantismo.

Rota Lunar

Formada por Selestino Oliveira (voz e violão), Vasco Machado (violão, viola, charango e vocais), João Geraldo Silveira (bateria e percussão) e Jonas Reis (baixo, teclado, violão e vocais), a Rota Lunar tem origem no Musical Vertente. Nascido a partir dos encontros proporcionados pelos festivais estudantis, em 1978, o Musical Vertente atuou com essa denominação até 1993. Produziu novos shows a cada temporada e participou de festivais, chegando a ser considerado o conjunto independente de maior constância em Caxias do Sul. Depois de um período de recesso, os integrantes retornaram ao palco em 1995, com a denominação Rota Lunar, mantida até hoje. Durante sua carreira, o grupo teve várias formações e os músicos Selestino Oliveira, Vasco Machado e João Geraldo Silveira, que fazem parte do conjunto atualmente, estiveram na formação original. Sob o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura, em 2004 a banda lançou o CD intitulado Sobre a Cidade, em que musicou poemas de escritores de Caxias do Sul e Região.

Lucas Verlinde lança álbum de estreia em março

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Show de lançamento do CD terá entrada franca

O cantor e compositor cristão caxiense Lucas Verlinde está lançando seu primeiro CD autoral.  Intitulado “Tempo de Deus” – nome de uma das principais faixas, o álbum possui 12 canções inspiradas em histórias reais da vida do cantor. O material, de produção musical do músico Joel Viana, tem financiamento do Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul.

As composições como inspiração acontecimentos da vida de Verlinde em que a fé o ajudou a superar. Para o jovem cantor, o CD traz uma mensagem forte. “Cada música tem uma essência, e assim, quando a pessoa for ouvir, ela não vai receber somente uma melodia, mas sim, uma história cheia de significado”, afirma Verlinde.

O show de lançamento do disco será no dia 18 de março, às 20h na Igreja Missionária – rua Visconde de Pelotas, 2096, em Caxias do Sul. O valor do CD é R$ 15,00 e pode ser encomendado diretamente com o cantor pela página do facebook que leva o nome do cantor. 

Lucas Verlinde

É um cantor e compositor gospel de 21 anos que começou no ramo da música com uma banda, quando tinha 15 anos. Natural de Caxias do Sul, é estudante de música da Universidade de Caxias do Sul e também é autor do EP “Sobrenatural”, lançado em 2014. Com pouco mais de cinco anos de carreira, já possui mais de 65 composições.

Hardbreakers comemora nova fase com lançamento de disco e contrato com gravadora

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Diretamente do sul do mundo, a banda Hard Breakers reescreve sua própria história e transforma seu amor pela música em energia para traçar novos desafios.

É com todo esse gás que a Hard Breakers chega com grandes novidades para a cena do hard rock! Os caras têm CD novo chegando na área – o lançamento de In The Dead Of The Night está marcado para 27/11, na Sala de Teatro Prof. Valentim Lazzarotto | Centro de Cultura Ordovás Filho, em Caxias do Sul. O álbum chega com o selo da gravadora Megahard Records, que assina o lançamento do trabalho e a produção, mixagem e masterização de Jonas Godoy e Arthur Appel, vocalista e guitarrista da banda.

Quebrando as barreiras

“In The Dead Of The Night” marca o retorno da Hard Breakers aos palcos, um passo importantíssimo na carreira da banda. O grupo chega para quebrar qualquer barreira, com um hard rock orgânico, intimidador, pesado e com muita identidade. No seu terceiro trabalho de estúdio, a banda ousou ainda mais no peso, aliado a um tempero mais moderno nas composições e arranjos, e amadurecimento, é claro. O álbum foi gravado em 2016, nos estúdios Linha Sonora e Broken Glass Studios e em breve estará disponível em formato físico e digital nas plataformas de streaming.

Trazendo na bagagem mais experiência e estreando uma nova formação, o novo disco surgiu da vontade de traduzir a essência do hard rock puro – com influências nos clássicos Skid Row, Kiss, Motley Crue, Sixx Am e Whitesnake – para uma sonoridade moderna e agressiva. Esse resultado é visto nas melodias eletrizantes do duo de guitarras, vocais audaciosos e potentes, além de uma “cozinha”dinâmica e certeira.

O disco traz mensagens de otimismo e superação: experiências vividas em momentos de transição, decepções, desafios e conquistas são relatadas de uma forma peculiar. As relações humanas, o desejo, o universo noir e a dicotomia entre o bem e o mal permeiam as faixas, trazendo sofisticação e poesia ao peso das canções.

Confirma o teaser lançado nas redes sociais da banda: http://bit.ly/teaserhardbreakers
O álbum conta com o financiamento do Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul.

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Hard Breakers
Arthur Appel – Vocal | Guitarra
Aaron Alves – Guitarra | Vocal
Rodrigo Marenna – Baixo | Vocal
Ricardo Machado – Bateria | Vocal

Para conscientizar e expandir olhares: Southern lança primeiro CD

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Quando se chega às encruzilhadas da revolução é momento de despertar. Revolucionar pensamentos, romper a alienação, mudar e expandir os olhares sobre a realidade. Essa mensagem chega com o primeiro trabalho da caxiense Southern. O álbum Crossroads of the Revolution será lançado no dia 23 de setembro, às 20h, na Sala de Teatro Professor Valentim Lazzaroto, no Centro Municipal de Cultura Dr. Henrique Ordovás Filho, em Caxias do Sul.

Financiado pelo Financiarte, o primeiro CD da banda de thrash metal contemporâneo é conceitual, carregado de ideologia, tratando sobre a impunidade no Brasil, a manipulação coletiva e o cenário político, com a proposta de promover consciência. As diferentes abordagens sobre o tema são o fio condutor das nove faixas do álbum.

As músicas unem elementos do thrash, do death e do nu metal, mostrando a identidade da banda e uma técnica apurada. Entre os destaques do trabalho estão Den Cannibal, que versa sobre as vertentes do poder e a corrupção, e Southern America, que apresenta aos países vizinhos o que acontece no Brasil em termos de política. Composto de faixas rápidas e versões mais calmas, o trabalho promete atender a diferentes gostos no estilo.

“Nosso som tem características sulistas, com uma atmosfera fria, cinzenta e pesada, típica do heavy metal. Além de estarmos na América do Sul, no Rio Grande do Sul, em Caxias do Sul: não há como ter mais a ver com o sul”, definem os integrantes. No início, a proposta da banda era somente abraçar sua origem sulista. Agora a ideia é alcançar a América Latina e ir além, atravessando fronteiras para apresentar o que é produzido no município. Prova disso são os lançamentos já programados para novembro na Argentina, nas cidades de Rosário, Buenos Aires e Santa Fé.

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Financiado pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul, o CD Crossroads of the Revolution foi produzido por Carlos Balbinot e Marcelo Santos (Torvo), e gravado na Noise Produtora de Áudio. A masterização é de Carlos Balbinot e Fabrício Zanco, com participação especial de Felipe Giroto (Magabarat e Velho Hippie) nas percussões da música Crossroads of the Revolution. A produção cultural é de Caliandra Troian. Após o show de lançamento, o álbum estará disponível para streaming no site www.southernoficial.com.br, onde também será possível adquirir o CD físico ou virtual, por R$ 29,90, ou faixas individuais para download, além de camisetas e outros materiais promocionais da banda.

Sobre a Southern

Formada por Renan Hoffmann (vocalista), Mateus Felippe (bateria), Leonardo Felippe (guitarra) e Ivan Frezza (baixo), a banda caxiense foi criada em 2013. A Southern é uma banda de thrash metal contemporâneo, que reúne elementos do groove, do death e do nu metal, do grunge e do southern rock, em linhas vocais, de bateria, baixo e guitarra que formam uma história, com início, meio e fim. “Não pretendemos fazer algo muito underground, há em nosso som uma melodia clara, riffs marcantes de guitarra e diversas variações rítmicas”, descrevem. Os rapazes identificam seu trabalho com referências como Pantera, Damageplan, Lamb of God, Down, Metallica, Alice In Chains e Godsmack, além de bandas nacionais como Sepultura, Project46, Claustrofobia, Torvo e Eminence.

Uma de suas músicas, intitulada Irrelevant, fez parte da coletânea Imperative Music Compilation Volume IX, lançada em 2015. O projeto reuniu faixas de bandas de destaque no cenário musical do metal e foi distribuído em gravadoras da Europa, dos Estados Unidos, Brasil e Japão.

Saiba mais sobre a Southern no site www.southernoficial.com.br, na fanpage www.facebook.com/southernoficial/, no Instagram e no YouTube da banda.

 

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JL lança “Incólume” dia 8 de julho em show no Teatro do SESC

Quarto álbum do rapper caxiense conta com parceria de músicos nacionais

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                O boom bap e o trap, estilos do rap, mesclam-se no novo disco do rapper caxiense João Luiz Debastiani, o JL. Incólume é o quarto álbum lançado pelo músico e significa “sair ileso”, termo que representa a história do rap na vida de JL, que encontrou na música um caminho do bem, um resgate. O CD, financiado pelo Financiarte, terá show de lançamento no dia 8 de julho, às 21 horas, no Teatro do SESC. O ingresso custa R$ 5 e está à venda na loja Verse (Av. Julio de Castilhos, 2677, São Pelegrino). Ao comprar a entrada, ganha-se um exemplar de Incólume.

A proposta de JL com o álbum é mudar a imagem que o público tem sobre o rap e alcançar mais pessoas. Assim, o show de lançamento também terá um formato inovador, com banda. Ao lado de JL estarão os músicos Carlos Balbinot, Diego De Toni, Izac Zaccani, Fabio Kalifa, Neimar Faria, Diego Viecelli e João Gregol. Entre os instrumentos presentes no lançamento estão o saxofone e o violino, tradicionalmente encontrados na música clássica. Vinicius Opi assume o vocal.

Rimas

Incólume apresenta 13 faixas inéditas que tratam sobre interesses dos jovens, festas e diversão, além de promover uma reflexão social, por meio de temas como a inflação e a corrupção. Por fim, o CD fala sobre o que JL viveu e o que almeja para o futuro.

Dentre as faixas, o rapper destaca “Eu quero”, música que conquistou diversas pessoas, inclusive que não ouviam rap. O artista acredita que a abrangência alcançada se deve ao refrão mais melódico, à música instrumental e também à letra, que reflete sobre o que se deseja para a vida.

CD

O disco é uma produção de Lucas Pombo e conta com a participação dos Mc’s Nocivo Shomon, Lucas Dcan, Mike Maidana, Terra Preta, Guido CNR, Japonês DL e Cadu C. Army. A capa é assinada por Guilherme Nerd. O álbum custa R$5 e pode ser adquirido diretamente com o rapper pelo e-mail jotalrs@gmail.com, e nas lojas Virtual Music, no Shopping Prataviera, e Verse.

Sobre JL

O caxiense João Luiz Debastiani, o JL, era um adolescente bastante ligado ao futebol, e devido ao esporte ficou oito meses engessado. Nessa fase, aos 13 anos, identificou-se com a música e começou a tocar. Integrou uma banda com influências de hardcore e punk rock, até que passou a interessar-se pelo rap. Entre suas influências estavam os Beast Boys e a banda Planet Hemp, liderada por Marcelo D2. A partir do gosto que desenvolveu pelo estilo e também por gostar de escrever poemas, JL montou um grupo de rap com um amigo, que cantava suas letras. Após o falecimento do amigo, JL também passou a cantar e rimar.

Em 2007, o rapper lançou seu primeiro álbum, intitulado Minha fé, minha rima, primeiro CD de rap aprovado pelo Financiarte em Caxias do Sul. Em 2010, lançou sua segunda obra, dessa vez com banda, o CD Eu vivo para rimar. O terceiro álbum foi lançado em 2012, primeira obra independente. Eu assino teve quatro mil cópias vendidas “de mão em mão” e, dessa forma, chegou até cidades como Olinda e Rio de Janeiro. Por meio do álbum, JL também estreou o videoclipe da faixa Eu vim até aqui na MTV. Em junho de 2016, o artista abriu o show do consagrado grupo de rap Racionais MC’s, na última sexta-feira, 17. No dia 29, abre o show de Marcelo D2, em Caxias do Sul.

Prêmio da Música da Serra Gaúcha revela indicados

Entre os 49 trabalhos inscritos, 24 foram selecionados pela comissão julgadora para concorrer às categorias principais

Comissão julgadora 2016

A comissão julgadora do Prêmio da Música da Serra Gaúcha já definiu os indicados para as categorias principais. O projeto teve 49 trabalhos fonográficos inscritos, e 24 deles figuram entre os indicados para os troféus nas categorias principais, que serão distribuídos no dia 21 de julho, no UCS Teatro, em Caxias do Sul.

O diretor artístico do Prêmio, Le Daros, explica que o envolvimento dos membros da comissão julgadora na análise dos trabalhos inscritos foi fundamental para elencarem os finalistas, com muito debate sobre os méritos das diversas obras participantes. “Os indicados representam muito bem a qualidade artística da produção musical de nossa região”, conclui, lembrando que vários trabalhos de qualidade não ficaram entre os selecionados, especialmente na categoria rock, que recebeu o maior número de inscrições.

Trabalhos indicados ao Prêmio nas categorias principais:

Álbum música regional (que inclui os subgêneros nativista, gaúcho e sertanejo):

Das Vezes que Pensei Escrito (Fábio Soares)

Meus Recuerdos (Grupo Canteriando)

De Alma Aberta (Rodrigo Morales)

Na Estrada (Valdir Verona)

Álbum rock (que inclui os subgêneros rock, blues, punk e metal):

All Quiet, All Dead (Keep Them Blind)

Cellophane (Mindgarden)

Underload (Underload)

Flor Lilás (Velho Hippie)

Híbridos (Volux)

Álbum pop (que inclui os subgêneros pop, reggae, soul e funk):

Voa (Dr. Hank)

Lady Zion (Marciah Novello)

Apollo (Rafael Poletto)

Álbum rap:

Autoestima (Erreap)

Eu Assino (JL)

15 anos – Poetas Divilas (Poetas Divilas)

Álbum MPB (que inclui os subgêneros MPB, samba e pagode):

As Estações (Cardo Peixoto)

Muito Além da Paz (Dan Ferretti)

Fim de Ciclo (Guto Agostini)

Amô (Pietro Ferretti)

Álbum instrumental:

Ária Trio II (Ária Trio)

Sociedade das Aventuras Fantásticas (De Ros)

Duo de Viola e Acordeon (Valdir Verona e Rafael de Boni)

Magabarat (Magabarat)

Às Pampas (Yangos)

Categorias complementares:

Os vencedores dos prêmios de melhor álbum do ano, instrumentista, vocalista/intérprete, produtor musical, projeto gráfico e artista/banda revelação de 2015 serão conhecidos na data de entrega do Prêmio. O homenageado da premiação já foi definido, e será revelado em breve.

Comissão julgadora:

O trabalho da comissão julgadora avaliou os álbuns participantes em aspectos técnicos, de composição e execução, e em quesitos como qualidade de gravação e relevância no mercado atual. Conheça os jurados:

Frank Jorge: músico e compositor natural de Porto Alegre, já teve composições gravadas por bandas como Pato Fu, Ira, Tony Platão, Wander Vildner, Hard Working e Garota Verde, além de ter fundado e participado de diversas bandas, entre elas Os Cascavellettes, Cowboys Espirituais e Graforreia Xilarmônica. Formado em Letras pela PUC e em Radialismo pelo SENAC, já trabalhou em produtoras de áudio e na produção e apresentação dos programas Radar, na TVE-RS, e Crocâncias Diversas, na Rádio Ipanema FM. É especialista em Docência no Ensino Superior, mestrando no Programa de Pós-graduação em Ciências da Comunicação e coordenador e professor no curso de Tecnólogo de Produção Fonográfica na UNISINOS.

Fábio Alves: é contrabaixista da Orquestra Sinfônica da Universidade de Caxias do Sul e da Orquestra UNISINOS/Anchieta. Bacharel em Contrabaixo Acústico pela UFRGS, é professor de contrabaixo acústico e elétrico e de conteúdo musical teórico. Já participou do Double Bass Symposium na University of Geórgia e de festivais de música erudita como o Festival SESC de Música, a Oficina de Música de Curitiba, o FEMUSC e o Festival de Inverno do Vale Vêneto – UFSM. Também atua em diversos gêneros da música popular. Já circulou e registrou seu trabalho com grupos e bandas como Cartel, Lucille, T-Rox e Akashic. Gravou com Oscar dos Reis, Matheus Kleber e Éder Bergozza, além de compor trilhas sonoras para produções audiovisuais.

– Luiz Ortiz: bacharel em Música com habilitação em Violão Erudito pela UFRGS, possui especialização em Gestão de Políticas Públicas de Cultura na Área de Produção Cultural. Participou de diversos cursos de extensão e já foi docente do Curso Fundamental de Música da Sociedade de Cultura Musical e Pró-reitoria de Extensão e Relações Universitárias da Universidade de Caxias do Sul, em cursos livres de violão, guitarra, teoria e harmonia musical, oficinas e workshops. Também ministrou disciplinas no curso de Licenciatura em Música e na extensão em Improvisação na Música Popular, na Universidade de Caxias do Sul, entre outros.

– Tiago Garziera: jornalista formado pela UNISINOS, é diretor de cultura da Secretaria de Cultura de Bento Gonçalves. Atuou por 10 anos como colunista de música e editor do caderno de cultura Sete Dias, do Jornal Pioneiro, de Caxias do Sul. Também já foi repórter e editor nos jornais Domínio da Notícia e A Semana, de Farroupilha, e repórter nos jornais Gazeta em dia, Diário de Bento e JBG, em Bento Gonçalves.

Patrícia Pereira Porto: coordenadora e professora do Curso de Licenciatura em Música da Universidade de Caxias do Sul. É doutora em Letras pela UCS, mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural e bacharel em Violão pela Universidade Federal de Pelotas. Tem atuado como violonista e contrabaixista, com ênfase em música de câmara e bandas de rock/metal. Destacam-se entre seus projetos musicais o Violando…, grupo camerístico de violões com influências de rock progressivo e música erudita; o Cantos a la Noche, em parceria com a soprano Carla Domingues e o violonista Windsor Osinaga; e a participação como contrabaixista na banda de dark metal M26, que lançou o CD Misantropia em 2014.

Prêmio

O Prêmio da Música da Serra Gaúcha foi criado para reconhecer e destacar os trabalhos fonográficos produzidos por artistas da Serra Gaúcha entre 2013 e 2015, além de promover a integração regional. A iniciativa é composta pelo jornalista e músico Ricardo Tonet Dini, diretor do projeto, e o produtor musical Leandro Daros, diretor artístico, com produção cultural de Caliandra Troian.

O evento é uma realização de Musicaxias Produções financiada pelo Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul. Saiba mais no site www.pmsgoficial.com.br e na fan page www.facebook.com/pmsgoficial.

Banda Cão Sem Dono lança videoclipe

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A banda de rock gaúcho Cão Sem Dono lança nesta segunda-feira (23) o videoclipe de “Ao Sabor do Vento”, uma das três faixas autorais que compõem o primeiro EP da banda, Rock de Cima da Serra, lançado de forma independente em 2015.

O clipe foi financiado com recursos do Financiarte, da Prefeitura de Caxias do Sul. Formada em maio de 2013, a Cão Sem Dono expressa em suas letras uma mensagem positiva de superação, amor, cotidiano e diversão. E no videoclipe não é diferente. Gravado em uma estrada que liga os distritos de Criúva e Vila Seca, no interior de Caxias do Sul, o clipe aborda a temática da liberdade e da convivência com os amigos, por exemplo. Nele, os integrantes da banda aparecem tocando na caçamba de um caminhão antigo em movimento, em uma bela paisagem solar que representa o lado leve da vida, em boa companhia.

O engajamento social do clipe está na participação da cadelinha Leona,acolhida há mais de um ano em um lar para cães abandonados, no bairro Altos de Galópolis, em Caxias do Sul. Durante o processo de gravação e edição do videoclipe, os integrantes da banda, apaixonados por cães, promoveram a campanha “Um Lar para Leona”, que consistiu na criação da página facebook.com/umlarparaleona e do site adoteumcaosemdono.wix.com/umlarparaleona, com o objetivo de buscar uma família para ela. Um casal acabou adotando-a e outros cães que foram abandonados também ganharam um novo lar.

A ideia é que, com o lançamento do vídeo, a Cão Sem Dono continue engajada em ações de apoio a entidades que acolhem animais abandonados. O clipe será lançado às 18h30, no canal da banda no Youtube, que pode ser acessado em http://www.youtube.com/channel/UCQAW-lyIGhrphq90vdMKA6w.

O trabalho da Cão Sem Dono também pode ser conferido em: http://www.adoteumcaosemdono.wix.com/musica-e-atitude; facebook.com/adoteumcaosemdono; instagram.com/caosemdonorock; soundcloud.com/adoteumcaosemdono.

Crédito. Mateus Luedke (5).jpg

PERFIL

Formada por Cristiano Pedrotti (Voz e Violão), Rafael Dias (Guitarra), Ramon Osmainschi (Baixo e Voz) e Ulisses Vieira (Bateria), a banda tem influências, principalmente, do rock gaúcho. Em 2015, a Cão Sem Dono lançou de forma independente o seu primeiro EP, Rock de Cima da Serra, gravado nos estúdios da audioFARM, em Viamão (RS), com a produção musical de Diego “Floreio” Dias, da Vera Loca.

Ficha Técnica – Clipe “Ao Sabor do Vento” – Cão Sem Dono

Direção: Filipe Melo

Assistente de Direção: Samuel Bovo

Roteiro: Quim Douglas Dalberto

Produção: Carine Panigaz

Direção de Arte: Rafael Dambroz

Assistente de Arte: Wagner Carsten

Direção de Fotografia: Bruno Kriger

Assistente de Fotografia: Leandro Foscarini

Fotografia Still: Mateus Ludke

Produção Cultural: Caliandra Troian

Produção Musical: Diego Dias

Assista ao clipe aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ENpqFfz-6RQ